Neste artigo
Ver um cachorro tendo uma convulsão assusta, não é mesmo? Tente manter a calma, afaste os perigos ao redor e procure orientação veterinária. A crise é um sinal que precisa ser investigado, mesmo quando termina sozinha.
Nem toda convulsão significa epilepsia. O diagnóstico depende do histórico, do exame e, quando necessário, de testes complementares.
O que pode causar convulsão no cachorro?
Existem diferentes possibilidades, como alterações metabólicas, intoxicações, doenças que afetam o cérebro e epilepsia. Não é possível descobrir a causa apenas pela aparência da crise.
Anote o que aconteceu antes do episódio e informe sobre medicamentos, produtos de limpeza, venenos ou alimentos aos quais o cachorro possa ter tido acesso.
Como agir durante a crise?
Afaste objetos, bloqueie o acesso a escadas e mantenha crianças e outros animais longe. Diminua barulho e luz, se isso puder ser feito com segurança.
Não segure o cachorro à força, não abrace seu corpo para conter os movimentos e não coloque a mão ou objetos na boca. Ele não precisa que você puxe a língua. Há risco de mordidas involuntárias e de ferimentos.
Marque o tempo. Um vídeo curto pode ajudar o veterinário, desde que gravar não atrase o socorro nem coloque ninguém em risco. Não ofereça água, alimento ou remédio pela boca durante a crise.
Quando é uma emergência?
Uma crise que chega a cinco minutos, ou crises repetidas sem recuperação entre elas, exige atendimento imediato. Não espere esse limite para buscar ajuda se o animal estiver em perigo.
A primeira convulsão também precisa de avaliação. Entre em contato com a clínica para orientar o transporte e informe a duração, a quantidade de episódios e como o cachorro está depois deles.
O que acontece depois da convulsão?
O cachorro pode ficar confuso, inquieto ou sonolento. Mantenha distância do rosto, deixe o ambiente protegido e evite manipulação desnecessária.
Não ofereça medicamentos de uso humano ou de outro animal. Se ele já tem um plano de emergência prescrito, siga esse plano e comunique o episódio ao veterinário.
Como funciona o tratamento?
A necessidade de medicamentos contínuos depende da causa e do padrão das crises. Não comece, interrompa ou altere um anticonvulsivante por conta própria.
Acompanhar os episódios, realizar os retornos e esclarecer as dúvidas com o profissional faz parte do cuidado com o seu companheiro.

Deixe um comentário